Autismo em Bebês: veja como identificar seus primeiros sinais

O maior desafio para os pais é saber lidar com as situações que surgem na criação dos filhos. Certamente, quando uma criança nasce, a primeira preocupação gira em torno do que está por vir; e o que acontece a partir do momento que seu filho é diagnosticado com autismo? Qual a sua reação? O que fazer?

Muitos pais costumam ficar apreensivos diante de tal quadro, mas é importante salientar que o diagnóstico precoce oferece sempre as melhores chances de as intervenções mostrarem sua eficácia. O artigo de hoje, então, traz os sinais que podem aparecer quando sua criança ainda é um bebê; pois, tão logo determinados sintomas comecem a surgir, a primeira providência é procurar uma equipe médica.

– Veja abaixo algumas perguntas e respostas que podem sanar suas dúvidas –

Posso perceber os sinais do autismo a partir do nascimento?

A verdade é que o autismo só pode ser notado por meio da observação dos pais. Não existe um sintoma que apareça logo no parto. A partir dos primeiros meses, o bebê se comunica com o olhar e também é guiado pela voz das pessoas que o cercam.

Quando a criança tem autismo, ela simplesmente não encontra estímulo no olhar dos pais. Isso significa que o pequeno não estabelece comunicação pelos olhos e muito menos atende quando chamam seu nome. Eis aí um dos primeiros sinais que podem ser considerados que algo não está normal.

A socialização precária pode ser um forte sinal?

Sim, basta ressaltar que a socialização começa dentro de casa. Se nem dentro do ambiente familiar existe essa conexão, entre a criança e os demais, a comunicação em outros espaços pode ser pior ainda.

Como é na fase escolar?

Quando a criança autista está na escola, e ainda sem o diagnóstico, a situação mostra por si que o aluno precisa de um acompanhamento médico. Tudo isso porque se o pequeno não responde aos estímulos dos grupos a que está inserido, o ambiente escolar, então, pode ser cruel para ele. Por não saber como se expressar, os coleguinhas tendem a isolar a criança, além dela não fazer todas as tarefas solicitadas. Os professores podem solicitar a presença dos pais para alertá-los de que o filho precisa de ajuda.

A criança não consegue se expressar de forma oral e faz birra. Como proceder?

Quando a criança está com seus dois anos, ela pode falar algumas palavras. Embora seu vocabulário ainda esteja bem restrito, é possível negar algo, como algum alimento, por exemplo. No caso do autista, ele vai fazer birra por justamente não saber como lidar com aquela situação que o irrita. Portanto, é muito comum que a criança com autismo faça pirraça.

A melhor maneira de se proceder diante de tal cenário é notar se haverá outras crises, geralmente com algum tipo de alimento, ruído, cheiro, cor, etc.; provavelmente, essa reação se dá por meio de alguma hipersensibilidade, comum entre os autistas.

Quando levar meu filho/minha filha ao médico?

A partir de observações feitas no dia a dia da criança. Como o diagnóstico é inteiramente clínico, o médico contará muito com o auxílio dos pais.

Veja também:

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *