Avaliação do transtorno do espectro autista (TEA)

Muitas pessoas não sabem exatamente como médicos chegam ao diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Sendo assim, a avaliação feita para concluir a existência do TEA também pode ser desconhecida para esse público. Com a finalidade de sanar essas dúvidas, o artigo de hoje vai dar uma ênfase especial nesse processo, como ele ocorre, por exemplo.

Definindo o TEA

O TEA refere-se a um conjunto de transtornos que são caracterizados por um espectro de prejuízos qualitativos que interferem na interação social do paciente, além de outros fatores que exercem interferência na vida da criança, adolescente ou adulto que convive com os distúrbios.

Como os especialistas detectam o autismo em uma criança?

É importante esclarecer um detalhe imprescindível: o bebê começa a dar seus primeiros sinais em pequenos atos, como o fato de não corresponder aos estímulos dos pais; não estabelecer contato visual; dar mais preferência a determinados objetos em detrimento das pessoas. No período que compreende o 12º ao 18º mês após o nascimento, estes serão os indicativos de que o pequeno pode ter algo relacionado ao autismo.

Análise: passo crucial para procurar auxílio

A partir dessa observação, que terá início em casa durante o dia a dia, os pais entram em contato com o médico da criança a fim de repassar todas essas situações para o profissional. Essa fase é uma entrevista a qual o especialista colhe todas as informações necessárias para adicionar a seu relatório. O diagnóstico do TEA é clínico e tem por base a análise dos adultos responsáveis pelo pequeno e a etapa de observação médica.

Os sinais citados acima podem ser considerados sintomas?

Sim, embora seja amplamente aconselhável procurar ajuda profissional para que os pais se certifiquem acerca do TEA. Há literaturas que chamam a atenção até mesmo para o período de amamentação, cujo bebê olha para os olhos da mãe como uma troca de informação, uma comunicação. No caso de uma criança autista, ela pode não agir dessa maneira. De qualquer forma, a dica é esperar o período de 12 meses para sair em busca de um especialista ou então consultar o pediatra do bebê o quanto antes, de acordo com precisão.

Dificuldades na identificação do autismo

Mesmo que a medicina tenha evoluído bastante na questão da identificação dos transtornos, é inegável que o reconhecimento dos subgrupos do TEA prejudica a elaboração de novas intervenções que poderiam ser aplicadas aos pacientes.

Comorbidades: algo que não deve ser deixado de lado

As comorbidades são distúrbios/doenças que coexistem com o TEA, nesse caso. Por exemplo, é comum que pacientes diagnosticados com autismo apresentem o Transtorno Opositor Desafiador (TOD) ou o Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH). No entanto, existem outras comorbidades ligadas ao TEA, como o Transtorno Bipolar, a hipotonia (enfraquecimento do músculo) e a estereotipia (movimentos repetitivos).

O que esperar das intervenções?

Os especialistas, após estudar o caso apresentado, vão propor as intervenções/tratamentos que sejam mais adequados para a criança. Por meio delas, o pequeno conseguirá superar muitas barreiras e terão maior qualidade de vida. Com o acompanhamento de outros profissionais, pais e pacientes estarão diante de possibilidades incríveis para seus filhos.

 

Veja neste vídeo os 5 passos para o diagnóstico no TEA

Já pensou aprender profundamente sobre o Autismo para melhorar seus atendimentos clínicos, entender melhor seu filho e saber por que seu aluno apresenta determinado comportamento e como trabalhar o processo de inclusão? Em um curso online completo o Dr. Clay Brites te ensina tudo sobre TEA com fundamentação científica e de forma prática e simplificada.

Resultado de imagem para protea clay brites

Resultado de imagem para clique aqui e saiba mais

Dr Clay Brites

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *