Sintomas de Autismo: qual especialista procurar?

É possível saber quais são os sintomas de Autismo com facilidade? Se meu filho ou filha apresentar algum sinal que sugira a existência da síndrome, quem eu devo procurar? Estes questionamentos vivem tirando a tranquilidade de pais e mães diariamente. A preocupação é justificável, pois se o diagnóstico for confirmado, o tratamento deve começar em tempo hábil. Quanto mais cedo iniciar as intervenções, maiores serão as chances de o pequeno alcançar melhoras consideráveis.

O que é o Autismo?

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição que pode causar à criança determinadas situações, como: atrasos severos, problemas no desenvolvimento cognitivo e comprometimento no aspecto comportamental.

Embora a síndrome não seja algo fechado, isto é, com apenas um caminho que torne possível a sua caracterização, o TEA nunca se manifesta de maneira idêntica nos pacientes. Há pessoas com autismo que trabalham, estudam e aproveitam tudo que uma vida social pode oferecer. Por outro lado, existem aqueles que precisam de mais cuidados por não desfrutarem de tanta independência.

Logo nos primeiros anos de vida, a criança começa a mostrar alguns sinais dos sintomas de Autismo: não estabelece contato visual quando chamada por alguém, não demonstra curiosidade em manusear objetos à sua volta, irrita-se facilmente quando está no colo ou no berço, entre outros.

Portanto, nota-se uma ampla variedade quanto aos sinais que o transtorno causa na vida do pequeno e de toda a família. Diante disso, é importante que o tratamento esteja nas mãos de pessoas que tenham todo o preparo para lidar com cada caso.

Quem pode tratar a criança?

A princípio, os especialistas que devem ser procurados para analisar seu filho são o neuropediatra (neurologista infantil) ou o psiquiatra infantil. Eles geralmente conhecem os caminhos a serem tomados a fim de obter o diagnóstico de forma precisa e indicar a abordagem terapêutica que seja mais indicada ao paciente.

Contudo, o tratamento é interdisciplinar. Isso significa que existe um grupo de especialistas de diferentes vertentes que são imprescindíveis para compor as intervenções. Psicólogos, analistas comportamentais, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais desempenham um papel muito importante. Junto com eles, a equipe pedagógica da escola, a qual a criança faz parte, também reforça o time de especialistas que detêm o conhecimento acerca das melhores terapias na diminuição e controle dos sintomas do Autismo.

Vale lembrar, no entanto, a importância de uma comunicação entre as diferentes áreas que compõem a equipe interdisciplinar. Somente com esta troca de informações, as intervenções podem ser ainda melhores e mais eficazes para o pequeno.

Por que essa variedade é necessária?

Como o TEA permite diferentes abordagens terapêuticas, é importante que haja um grupo de especialistas de diferentes campos para o tratamento de muitos aspectos que constituem os sintomas do Autismo.

Os profissionais propõem intervenções que enfocam dois eixos cruciais para a vida do paciente: reabilitação de desenvolvimentos (fala, cognição, lateralidade) e diminuição dos desvios de comportamento. Diante da complexidade das terapias, torna-se indispensável que a criança seja assistida por esses especialistas.

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